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Residência médica na USP-SP: como funciona o processo seletivo (FUVEST)

A residência médica da Faculdade de Medicina da USP (USP-SP) é uma das seleções mais concorridas do país, com centenas de vagas em programas de acesso direto e com pré-requisito. Neste guia evergreen, explicamos como funciona o processo, quem organiza a prova e como as fases se combinam para formar a nota final — informações que se repetem, com pequenos ajustes, a cada edição.

Quem organiza e como são as etapas

A seleção é coordenada pela Comissão de Residência Médica da FMUSP (COREME/FMUSP), enquanto a aplicação de provas e a gestão administrativa do certame ficam por conta da Fundação Universitária para o Vestibular. A Comissão de Residência Médica da FMUSP (COREME/FMUSP) supervisiona todos os programas, e o processo seletivo é conduzido pela Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST), responsável pela aplicação de provas e gestão administrativa do certame.

O modelo tradicional da USP-SP é dividido em duas fases principais: prova objetiva e análise curricular. O processo seletivo da residência médica da USP-SP será composto por duas fases principais: a prova objetiva e a análise curricular. Todo o acompanhamento — inscrição, convocações e resultados — é feito exclusivamente pela área do candidato no portal da FUVEST, e é responsabilidade do próprio inscrito verificar publicações e comunicados oficiais.

Fontes: FUVEST - Residência Médica USP 2026 · COREME/FMUSP - Processo Seletivo

1ª fase: a prova objetiva

A primeira fase é uma prova de múltipla escolha, com número de questões que varia conforme o programa: a primeira será uma prova de múltipla escolha com 120 questões para a maioria dos programas, exceto áreas específicas que terão 20 ou 40 questões. Essa etapa costuma ter caráter classificatório e eliminatório, e na última edição concentrou o maior peso da nota final — a nota da prova objetiva teve peso 9 na classificação final.

A duração da prova também varia com o número de questões: para provas com 120 questões, o tempo de duração é de 6 horas, com permanência mínima de 3 horas em sala. A prova é marcada por casos clínicos e forte presença de imagens (radiografias, tomografias, ECGs, entre outros), características que ajudam a entender o perfil da banca ao longo dos anos.

Fontes: Edital COREME/FM nº 03/2025 (FUVEST)

2ª fase: análise curricular e nota final

Quem é habilitado na prova objetiva segue para a análise curricular, etapa classificatória que soma peso 1 na nota final: a análise curricular da segunda fase é uma etapa classificatória com peso 1 na nota final. Os documentos comprobatórios de atividades da graduação (ou da residência pré-requisito) precisam ser enviados dentro do prazo definido no edital, exclusivamente pela área do candidato.

A avaliação curricular considera critérios objetivos como participação em monitorias, iniciação científica, publicações, cursos de suporte à vida e atuação em ligas acadêmicas, entre outros. Em edições recentes, a etapa também incluiu arguição/entrevista com os avaliadores para os candidatos habilitados. Como referência de concorrência, na última seleção finalizada com divulgação de notas a nota de corte da 1ª fase para Cirurgia Geral foi de 85 pontos, valor que serve apenas como parâmetro, já que varia a cada edição.

Fontes: Edital COREME/FM nº 03/2025 (FUVEST) · FUVEST - Habilitados à 2ª fase (RM 2026)

💡 Dica OsceLabs

Como a prova objetiva da USP-SP costuma trazer muitos casos clínicos com imagens, treinar com provas antigas e gabaritos comentados ajuda a pegar o estilo da banca — o OsceLabs reúne provas anteriores dessa e de outras instituições em www.oscelabs.com.br/provas-antigas.

Confira sempre datas e regras no edital oficial de cada instituição.

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