Iniciante·Mecanismos de Doença e Infecção
Reparo: regeneração, cicatriz e fibrose
O que acontece depois da agressão: regenerar quando o contrato proliferativo do tecido permite, cicatrizar quando não permite — e a fibrose como cicatriz que não sabe parar.
6 capítulos
- 01Quem pode repor e quem só remendaCapacidade proliferativa, células-tronco e integridade da matriz decidem se o órgão recupera arquitetura ou troca parênquima por cicatriz.
- 02A distância que a biologia precisa atravessarPrimeira, segunda e terceira intenção compartilham as mesmas fases; o que muda é a distância, o tecido perdido, a contaminação e a tensão que a biologia precisa vencer.
- 03Vermelho vivo é obra andandoCapilares imaturos, fibroblastos e matriz provisória formam o tecido de granulação — uma estrutura reparativa que não deve ser confundida com granuloma nem com o chamado granuloma piogênico.
- 04Ferida crônica é diagnóstico de obstáculoQuando a cicatrização estaciona, o leito revela uma causa ainda ativa — e não apenas a necessidade de outro curativo.
- 05Morrer organizadoAgressão persistente, miofibroblastos, matriz rígida e degradação insuficiente formam um circuito que substitui parênquima e distorce arquitetura.
- 06A obra que ultrapassou o terrenoBorda original, trajetória e tensão separam cicatriz hipertrófica de queloide melhor que cor ou espessura — e antecipam recorrência e impacto funcional.
