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Iniciante
Semiologia e propedêutica para o primeiro ao terceiro ano: a manobra passo a passo, o que cada achado quer dizer e o roteiro da estação.
58 apostilas · 458 capítulos
Fundamentos da Prática Clínica
- Semiologia: o encontro clínicoAntes de qualquer manobra: como se apresentar, como perguntar e como conduzir a consulta. O módulo que sustenta todos os outros.8 capítulos
- Semiologia: exame segmentarDa cabeça às extremidades, região por região: a técnica de cada manobra, o que ela revela e o erro que apaga o achado.17 capítulos
- Semiologia: sistemas específicosVascular, neurológico, osteoarticular e pele: os exames que têm método próprio e manobras que só fazem sentido dentro dele.9 capítulos
- Semiologia: populações especiaisCriança, adolescente, gestante, mulher e idoso: o que muda na técnica, no que é normal e na relação — quando o paciente não é o adulto padrão.5 capítulos
- Semiologia: do achado ao raciocínioOnde as peças se juntam: transformar achados isolados em síndromes, registrar de forma que outro médico use, e apresentar o caso.5 capítulos
- Psicologia médica e comunicaçãoO que acontece entre duas pessoas na consulta — e o que já foi medido sobre isso: más notícias, adesão, conflito, erro e o sofrimento de quem cuida.8 capítulos
- Ética, bioética e deontologiaComo decidir quando os valores colidem: princípios, consentimento, sigilo, capacidade, fim de vida e as regras que o Conselho impõe ao estudante e ao médico.7 capítulos
- Medicina legal do dia a diaO que o estudante e o médico assinam, notificam e registram: atestado, declaração de óbito, notificação compulsória, violência e os limites da responsabilidade.5 capítulos
- Segurança do paciente e biossegurançaO que evita dano no cuidado: higiene das mãos, precauções, acidente com material biológico, identificação e cirurgia segura, e a cultura que faz o incidente ser notificado.5 capítulos
Morfologia
- Fundamentos da formaA gramática do corpo antes dos sistemas: como se descreve uma posição sem ambiguidade, quais são os quatro tecidos e como um disco de células vira um corpo com cavidades.10 capítulos
- LocomotorOsso, articulação e músculo em ação: como a forma de cada região resolve um problema mecânico — e qual é o preço de cada solução.8 capítulos
- Cardiovascular e sangueA bomba, os tubos e o que corre dentro deles: como o coração se forma e por que suas falhas de septação são previsíveis, como a parede vascular muda de função ao longo do trajeto, e o que a morfologia do sangue revela.8 capítulos
- RespiratórioDo nariz ao alvéolo: como cada segmento resolve um problema diferente — filtrar, conduzir, trocar —, por que a aspiração tem lado preferencial e onde a barreira de troca falha.5 capítulos
- Digestório e anexosO tubo e suas glândulas: o plano de quatro camadas que se repete da boca ao reto, e as três glândulas anexas que dividem com ele o mesmo território embrionário.8 capítulos
- Urinário e genitalFiltrar e recuperar, conduzir e armazenar, produzir e nutrir: como o rim lê o sangue, como a via urinária se distende sem vazar, e como os aparelhos genitais se formam a partir de um mesmo esboço.7 capítulos
- Nervoso e órgãos dos sentidosDo tubo que se fecha em quatro semanas ao córtex que se especializa: como o sistema nervoso se constrói, como a lesão se localiza pelo exame, e como cada órgão dos sentidos transforma um estímulo físico em sinal.9 capítulos
- Endócrino e tegumentarAs glândulas que comandam à distância e o órgão que separa o corpo do mundo: como cada forma resolve o problema de agir longe de onde está — e o que a pele conta antes de qualquer exame.5 capítulos
Função e Bases Moleculares
- A matéria da vida: água, pH e as proteínas que trabalhamO meio interno como sistema físico-químico e as duas classes de molécula que o operam: proteínas que carregam e enzimas que catalisam. Sem via metabólica ainda — só o meio, a ligação e a catálise, porque são pré-requisito de todo o resto.7 capítulos
- Membrana e gradientes: transporte, potencial e excitabilidadeA membrana como órgão de decisão: o que entra, o que fica e como um gradiente vira sinal e depois força. Da bicamada que filtra ao potencial de ação, da junção neuromuscular à dor que o corpo modula antes de você chegar.8 capítulos
- Combustível: obter, queimar e guardar energiaObter, queimar e guardar energia: da moeda de ATP à glicólise e ao lactato, do ciclo de Krebs à cadeia respiratória, com os cofatores, as pentoses e a cetose que aparecem na clínica.9 capítulos
- Do gene à proteína: informação, dobramento e destinoDa informação à máquina: replicação e mutação, transcrição e splicing, o ribossomo como alvo de antibiótico, dobramento e tráfego — e o que acontece quando a proteína nasce ou chega errada.7 capítulos
- A célula que decide: sinal, ciclo, reparo e morteSinal, ciclo e destino: receptores e suas latências, o ciclo celular e a toxicidade previsível da quimioterapia, dano e reparo de DNA, apoptose contra necrose e os freios da comunicação.6 capítulos
- Herança e transmissão: o que a família diz antes do exameO que a família deixa e como se transmite: meiose e não disjunção, os padrões de herança com suas exceções — penetrância, mosaicismo, imprinting — e a leitura honesta de um heredograma.8 capítulos
- Sistemas integrados I: entregar oxigênio ao tecidoO sistema que entrega oxigênio: pressão e coluna, função ventricular e retorno venoso, pós-carga e Laplace, a pressão arterial que se mede e a microcirculação onde o edema nasce.10 capítulos
- Sistemas integrados II: o meio internoO meio interno sob controle: filtração glomerular e creatinina, contracorrente e diurético, água, sódio, potássio e ácido-base — os eixos que mantêm constante o que a vida exige constante.9 capítulos
- Transições: do coágulo ao primeiro fôlego, o corpo entre dois estadosOs sistemas de transição e equilíbrio: hemostasia da plaqueta à trombina com seus freios, colágeno e cicatriz, purinas e urato, o pulso de GnRH e a fisiologia que muda no primeiro fôlego.9 capítulos
- Defesa e tolerância: o hospedeiro produz o sinal, e cada modo de errar tem nomeO hospedeiro produz a doença: neutrófilo e pus, complemento amplificado, a fenda do HLA e o fármaco, granuloma que não é cicatriz e o título de anticorpo que não é memória.11 capítulos
- A medida: do instrumento ao laudoDo instrumento ao laudo: o escopo de cada aparelho, o traçado parcialmente desenhado, as equações por trás dos números do laboratório e a conclusão que sempre tem prazo de validade.8 capítulos
Mecanismos de Doença e Infecção
- A célula sob agressãoA unidade do adoecer: como a célula responde à falta de oxigênio, ao veneno e à demanda — adaptar, sofrer de forma reversível ou morrer de dois jeitos. Todo o resto da área começa aqui.9 capítulos
- Inflamação: o incêndio controladoA resposta vascular e celular à agressão como mecanismo da clínica: os cinco sinais derivam de vaso e permeabilidade, o pus tem lógica, e o incêndio que não apaga vira doença própria.8 capítulos
- Reparo: regeneração, cicatriz e fibroseO que acontece depois da agressão: regenerar quando o contrato proliferativo do tecido permite, cicatrizar quando não permite — e a fibrose como cicatriz que não sabe parar.6 capítulos
- Sangue parado, sangue perdidoOs distúrbios da água e do sangue no tecido: edema por quatro pressões, trombose pelos três fatores de Virchow, embolia com endereço previsível, infarto e choque como falência de perfusão.7 capítulos
- Neoplasia: a célula que não obedeceA célula que rompe o contrato com o tecido: nomenclatura que informa comportamento, a cápsula como veredito, metástase com endereço, e a aritmética evolutiva da carcinogênese.10 capítulos
- Imunopatologia: quando a defesa é a doençaA defesa como causa de doença: os quatro mecanismos de hipersensibilidade separados pelo tempo e pelo efetor, a rejeição com três relógios e a tolerância como manutenção ativa que pode falhar.8 capítulos
- O mundo bacterianoA biologia da bactéria como mecanismo da doença e da terapêutica: a parede que decide corante e antibiótico, toxina que adoece sem infecção, biofilme, resistência que viaja em plasmídeo e a flora como barreira.9 capítulos
- Vírus: o parasita da informaçãoInformação sem metabolismo: o ciclo de replicação como mapa das drogas, o receptor como mapa dos órgãos, latência que sobrevive à cura clínica e a prova por intervenção que ligou vírus a câncer.8 capítulos
- Fungos e micobactérias: os crônicosOs agentes do tempo longo: eucarioto contra eucarioto na janela estreita do antifúngico, dimorfismo guiado por temperatura, a parede de cera da micobactéria e o espectro que o hospedeiro desenha.6 capítulos
- Parasitoses: os ciclosO ciclo de vida como semiologia: a posição do humano no ciclo decide a doença, a periodicidade da febre é o relógio do parasita, o trajeto larvário ordena os sintomas e o ovo retido soma fibrose.10 capítulos
- Do espécime ao laudoO caminho do material até a resposta: amostragem, pré-analítico, congelação e parafina, cortes e corantes — por que todo laudo carrega as condições em que foi produzido, e como lê-lo sabendo disso.8 capítulos
Farmacologia e Terapêutica
- O caminho da droga no corpoFarmacocinética como cronologia: o que o corpo faz com a droga, do comprimido engolido à molécula eliminada — e a consequência clínica de cada etapa.8 capítulos
- O que a droga faz no corpoFarmacodinâmica como contrato molecular: alvo, afinidade e eficácia decidem o efeito desejado — e o mesmo alvo, no tecido errado, decide o efeito adverso previsível.7 capítulos
- Sistema nervoso autônomo: o alvo mais usado da medicinaO autonômico como mapa terapêutico: quem entende os quatro receptores e onde eles moram prevê o efeito e o efeito adverso de metade das prescrições do hospital.6 capítulos
- Cardiovascular, rim e sangueAs classes que atuam sobre pressão, volume e coágulo — cada uma entrando num ponto do circuito que a fisiologia já ensinou, e cada uma com o efeito adverso que o próprio mecanismo antecipa.7 capítulos
- Dor, inflamação e sistema nervoso centralAs drogas que agem sobre sofrimento e consciência: analgésicos, anti-inflamatórios e psicofármacos entendidos pelo alvo, com o cuidado adicional que a subjetividade do desfecho impõe.10 capítulos
- Antimicrobianos e antineoplásicosAs drogas que atacam um invasor dentro de nós: seletividade baseada em diferença bioquímica, com a microbiologia cuidando do agente e a farmacologia cuidando da droga.8 capítulos
- Decidir com o paciente: variação, risco e desprescriçãoA farmacologia como decisão compartilhada: por que a mesma quantidade age diferente em cada pessoa, como comunicar benefício e risco sem enganar, e por que retirar remédio é ato terapêutico.10 capítulos
Raciocínio Clínico e Exames
- A lógica do diagnósticoDiagnóstico como atualização de probabilidade: toda a área começa entendendo que nenhum exame confirma nem exclui sozinho — ele move uma probabilidade que já existia antes de ele ser pedido.8 capítulos
- Como o médico erraO raciocínio como objeto de estudo: os dois modos de pensar, os atalhos que funcionam quase sempre, os vieses que os acompanham e o que de fato reduz erro diagnóstico.8 capítulos
- O laudo do laboratórioLer os exames que todo médico pede: o que cada painel mede de fato, o que o valor de referência significa, e por que um número fora da faixa nem sempre é doença.8 capítulos
- A imagemO que cada método enxerga e por quê: da física básica à leitura sistemática do que todo médico vê — e o que fazer com o achado que ninguém procurava.7 capítulos
- Ler um estudo sem ser enganadoBioestatística como leitura crítica: o mínimo formalismo necessário para decidir se um resultado publicado deve mudar o que você faz — e para reconhecer quando ele não deve.8 capítulos
- Do exame à decisãoFechar o ciclo: transformar probabilidade, resultado e valores do paciente em uma decisão defensável — e saber o que fazer quando a resposta não vem.7 capítulos
Saúde Coletiva e Atenção Primária
- O SUS por dentroO sistema de saúde deixa de ser sigla e vira máquina com peças que se pode nomear: quem paga, quem manda, por onde o paciente entra e por que ele às vezes fica parado no meio do caminho. Oito capítulos que partem da pergunta mais simples — por que um país decide atender todo mundo — e chegam ao que o estudante vai encontrar no primeiro dia de internato: uma fila regulada, um encaminhamento sem resposta, uma unidade que fecha às cinco e uma emergência que lota às seis. O aluno aprende a ler o sistema, não a operá-lo.8 capítulos
- Epidemiologia: contar para entenderToda frase que começa com isto é comum ou isto é raro veio de alguém que contou. Esta apostila mostra como se conta — e como a mesma doença muda de tamanho conforme a definição adotada, o denominador escolhido e a idade da população comparada. Oito capítulos que vão da pergunta mais elementar, o que conta como um caso, até a origem concreta dos números brasileiros, que nascem de documentos que médicos assinam. No fim, o aluno lê uma estatística de saúde do mesmo jeito que lê um exame: sabendo o que ela mede, o que ela não mede e onde ela pode enganar.8 capítulos
- Saúde da família ao longo da vidaA atenção primária acompanha a mesma pessoa por décadas, e cada fase da vida tem uma agenda própria de cuidado. Oito capítulos que percorrem esse percurso — o pré-natal de risco habitual, o primeiro mês do recém-nascido, a puericultura e seus sinais de alerta, o adolescente e a confidencialidade, o planejamento reprodutivo, o homem que não aparece no serviço, o idoso avaliado por funcionalidade e o fim da vida acompanhado em casa. Não é sobre como examinar cada grupo, e sim sobre o que fazer, quando e por quê, ao longo do tempo.8 capítulos
- Prevenir: níveis, vacinas e o excessoPrevenção é intervenção, e toda intervenção tem dano próprio. Sete capítulos que organizam o assunto pelo momento em que se age — antes da doença existir, quando ela ainda é silenciosa, ou depois que já limitou a vida — e mostram por que a mesma medida rende muito em um desses momentos e quase nada em outro. Trata de imunização e do que ela protege além de quem a recebe, de sobrediagnóstico e do dano de encontrar o que não iria importar, de prevenção quaternária, e do limite entre promover saúde e culpar quem não consegue seguir a orientação.7 capítulos
- A Atenção Primária na práticaA atenção primária não é o lugar onde se atende o caso simples: é o único ponto do sistema organizado para acompanhar a mesma pessoa ao longo do tempo, no lugar onde ela vive. Sete capítulos sobre como isso funciona na prática — os quatro atributos essenciais e o que cada um resolve, território e adscrição, a equipe e o que cada profissional enxerga, a visita domiciliar que muda o diagnóstico, o valor clínico de reencontrar o mesmo paciente, a coordenação e o caminho de volta do especialista, e por que atender numa população de baixa prevalência muda a interpretação de tudo.8 capítulos
- Determinantes sociais e vigilânciaBoa parte do que decide se alguém adoece já aconteceu antes de a pessoa chegar ao serviço — e o serviço só enxerga isso se estiver olhando. Sete capítulos sobre o que existe fora do consultório e como acompanhá-lo: por que o endereço prevê tanto, a diferença entre desigualdade e iniquidade, o que é vigilância em saúde e por que ela não para, a notificação compulsória como ato clínico e não burocrático, o passo a passo de investigar um surto, o adoecimento que vem do trabalho e que quase nunca é registrado como tal, e o efeito do ambiente e do clima sobre a demanda que chega à unidade.7 capítulos
