Iniciante·Raciocínio Clínico e Exames
Como o médico erra
O raciocínio como objeto de estudo: os dois modos de pensar, os atalhos que funcionam quase sempre, os vieses que os acompanham e o que de fato reduz erro diagnóstico.
8 capítulos
- 01Dois modos de pensar, e o custo de cada umReconhecimento rápido e análise deliberada são complementares; o risco aparece quando nenhum sinal aciona a troca de modo.
- 02Da queixa ao problema: representação, scripts de doença e diagnóstico diferencialRaciocinar começa ao transformar uma história extensa numa representação curta que ativa scripts, organiza hipóteses e mantém visíveis as alternativas perigosas.
- 03Ancoragem e fechamento prematuroAncoragem fixa a busca na primeira hipótese; fechamento prematuro interrompe a procura antes que as alternativas sejam adequadamente testadas.
- 04Disponibilidade e representatividadeFacilidade de lembrar e semelhança com um protótipo podem substituir indevidamente frequência e evidência do caso.
- 05Viés de confirmação e o exame que só confirmaViés de confirmação seleciona e interpreta evidências a favor; um teste útil precisa poder mudar a hipótese.
- 06O rótulo que gruda no pacienteRótulos prévios criam impulso diagnóstico e podem transformar interpretação de terceiros em fato não reexaminado.
- 07Excesso de confiança e calibraçãoCalibração compara confiança declarada com acerto observado; sem feedback, certeza pode crescer mais rápido que competência.
- 08O que realmente reduz erro diagnósticoRedução sustentada de erro depende de feedback, trabalho em equipe, desenho do sistema e redes de segurança.
