Iniciante·Mecanismos de Doença e Infecção
Imunopatologia: quando a defesa é a doença
A defesa como causa de doença: os quatro mecanismos de hipersensibilidade separados pelo tempo e pelo efetor, a rejeição com três relógios e a tolerância como manutenção ativa que pode falhar.
8 capítulos
- 01O empréstimo que venceA proteção recebida contém o risco por algum tempo; a proteção construída seleciona clones, gera efetores e pode deixar memória
- 02Onde o antígeno é fabricado decide quem respondeA origem compartimental direciona o processamento; a apresentadora e o contexto decidem se o peptídeo produzirá citotoxicidade, auxílio, tolerância ou escape
- 03A arma silenciosaA sensibilização instala IgE específica no mastócito; a reexposição pode converter esse estado silencioso em minutos de edema, broncoespasmo e choque
- 04Três desfechos, um mecanismoA posição do antígeno e a função recrutada pelo anticorpo decidem se a consequência será perda celular, lesão inflamatória ou sinalização anormal
- 05A latência é a assinaturaO intervalo entre antígeno e doença revela o tempo necessário para produzir anticorpo, formar complexos persistentes e convertê-los em inflamação tecidual
- 06O relógio de 48 horasA reação demora porque o tecido precisa reencontrar o antígeno, liberar citocinas e recrutar efetores; o relógio revela memória, não identifica sozinho a doença ativa
- 07O tempo diz quem está rejeitandoO intervalo pós-transplante muda a probabilidade, mas somente a integração entre compartimento, atividade, anticorpo e imitadores identifica quem está lesionando o enxerto
- 08A paz que dá trabalhoA paz imunológica não resulta da ausência de clones autorreativos, mas de filtros redundantes que precisam ser mantidos em cada encontro com o próprio
