Iniciante·Raciocínio Clínico e Exames
A lógica do diagnóstico
Diagnóstico como atualização de probabilidade: toda a área começa entendendo que nenhum exame confirma nem exclui sozinho — ele move uma probabilidade que já existia antes de ele ser pedido.
8 capítulos
- 01Antes do exame já existe uma probabilidadeA história e o contexto formam a probabilidade pré-teste; o exame apenas a atualiza.
- 02Sensibilidade e especificidade não são do pacienteSensibilidade e especificidade descrevem o desempenho do teste em grupos definidos; não respondem diretamente à dúvida do paciente.
- 03Valor preditivo muda com a prevalênciaValores preditivos pertencem ao teste aplicado naquele cenário e mudam quando muda a probabilidade pré-teste.
- 04Razão de verossimilhança: quanto este resultado move a agulhaA razão de verossimilhança resume quanto um resultado desloca odds pré-teste para odds pós-teste.
- 05Onde cortar: o limiar decide o erro que você prefereTodo ponto de corte troca falsos positivos por falsos negativos; a escolha depende do dano relativo desses erros.
- 06A curva ROC e o que ela não contaA curva ROC mede discriminação ao longo de cortes; não informa sozinha calibração, utilidade ou benefício clínico.
- 07Dois limiares: quando testar e quando tratarTestar só agrega valor entre o limiar abaixo do qual se observa e o limiar acima do qual se trata.
- 08Testes em sequência e em paraleloTestes sucessivos atualizam a probabilidade; painéis em paralelo ampliam cobertura e também falsos positivos.
