Fundamentos da Prática Clínica › Semiologia: exame segmentar
Manobras do abdome agudo
Os sinais que têm nome próprio e o que cada um realmente entrega
A cena
O paciente está com dor na fossa ilíaca direita. O interno comprime lentamente, solta de repente, e o paciente contorce o rosto. Blumberg positivo, ele anota, e considera o diagnóstico praticamente feito.
O preceptor pergunta quanto esse sinal vale. A resposta, medida, é incômoda: a razão de verossimilhança positiva (LR+, isto é, quanto a presença de um achado aumenta a chance de uma doença) da descompressão dolorosa na apendicite varia de 1,1 a 6,3 entre os estudos. Em alguns, o sinal praticamente não altera a probabilidade diagnóstica; em outros, aumenta-a de forma relevante. Essa incerteza tem um custo concreto: provocar dor desnecessária ao paciente.
No mesmo exame, um achado bem mais simples valia mais: a dor à palpação da própria fossa ilíaca direita, com razão de verossimilhança entre 7,3 e 8,5. Este capítulo é sobre isso — as manobras com nome próprio são sedutoras, e várias entregam menos que o exame básico bem-feito.
De onde vem o sinal
As manobras do abdome agudo tentam responder a duas perguntas. A primeira é se existe irritação do peritônio, o que muda a urgência. A segunda é qual órgão está inflamado, o que muda a especialidade e a conduta.
A irritação peritoneal se manifesta porque o peritônio parietal é ricamente inervado por fibras somáticas, e sua inflamação produz dor bem localizada e contração reflexa da musculatura sobrejacente. É isso que se procura na defesa involuntária e na dor à descompressão. Vale entender por que a descompressão dói: ao soltar bruscamente, a parede volta e sacode o peritônio inflamado.
As manobras de órgão usam movimento seletivo. O sinal do psoas mobiliza o músculo psoas, sobre o qual pode repousar um apêndice retrocecal inflamado. O sinal do obturador roda internamente o quadril e estira o músculo obturador interno, próximo de um apêndice pélvico. O sinal de Rovsing empurra gás do cólon esquerdo em direção ao ceco, distendendo a região doente. O sinal de Murphy aproxima a vesícula inflamada da mão do examinador durante a inspiração. O de Giordano percute a loja renal, dolorosa quando há inflamação do rim ou do sistema coletor.
Cada uma faz sentido anatômico. O problema é que fazer sentido anatômico e mudar a probabilidade são coisas diferentes — e é a segunda que decide se vale a pena executar a manobra num paciente que já está com dor.

O que perguntar
No abdome agudo, algumas perguntas valem mais que várias manobras. Estas estão entre as que mais deslocam a probabilidade.
“A dor começou em volta do umbigo e depois desceu para o lado direito?”
A migração da dor tem razão de verossimilhança positiva de 3,2 na apendicite, e sua ausência reduz a probabilidade. Vale mais que a maioria das manobras com nome próprio.
“O que veio primeiro: a dor ou o vômito?”
A sequência é o que informa. Dor antes do vômito tem razão de verossimilhança 2,8 para apendicite; o vômito isoladamente tem 0,92, ou seja, não move nada.
“Está com fome? Comeria alguma coisa agora?”
Anorexia é sintoma clássico, mas com razão de verossimilhança de apenas 1,3. Serve para compor o quadro, não para sustentá-lo.
“A dor piora quando o senhor tosse ou quando o carro passa num buraco?”
É uma forma de pesquisar irritação peritoneal sem provocar a dor da descompressão brusca. Custa nada ao paciente.
“A dor irradia para as costas ou para o ombro direito?”
Orienta entre vesícula, via biliar e pâncreas, e ajuda a decidir quais manobras dirigidas realmente fazem sentido naquele paciente.
“Está urinando com dor ou com sangue? Tem febre com calafrio?”
Direciona para o trato urinário e justifica a pesquisa do sinal de Giordano, além de mudar completamente a hipótese principal.
Antes de encostar
- Localizar a dor antes de qualquer manobra
- Peça ao paciente que aponte com um dedo o ponto de maior dor. Toda a sequência de manobras é planejada a partir dele, e a região dolorosa fica por último.
- Mãos aquecidas e paciente relaxado
- Manobra feita em abdome contraído devolve resultado que não distingue peritonite de desconforto. Joelhos semifletidos e braços ao lado do corpo.
- Explicar cada manobra antes de executá-la
- Especialmente as que provocam dor. Paciente avisado colabora; paciente surpreendido contrai a parede e o resultado perde valor.
- Preferir o teste da tosse à descompressão brusca
- Pedir que o paciente tussa e observar se dói, e onde, avalia irritação peritoneal sem infligir a dor da descompressão. Comece por aí.
- Nunca repetir manobra dolorosa por hábito
- Repetir a descompressão brusca em várias regiões acrescenta pouco e machuca. Uma vez, dirigida, é suficiente.
- Reavaliar em vez de insistir
- No abdome agudo, o exame seriado ao longo de horas informa mais que acumular manobras num único momento.
A técnica
Ordem: primeiro os testes que não doem, depois os dirigidos, e a região mais dolorosa por último.
- 1
Teste da tosse
Peça ao paciente que tussa e observe se surge dor e onde ela se localiza. Dor localizada e reprodutível durante a tosse sugere irritação peritoneal, sem custo para o paciente.
Erro comum: Pular direto para a descompressão brusca, provocando dor intensa quando um teste indolor já daria informação semelhante.
- 2
Percussão suave como pesquisa de irritação peritoneal
Percuta delicadamente a região suspeita. Dor à percussão leve tem o mesmo significado da dor à descompressão e é bem mais tolerável.
Erro comum: Percutir com força. A intenção aqui é gerar uma vibração mínima, não avaliar densidade.
- 3
Sinal de Blumberg (descompressão dolorosa)
Comprima a fossa ilíaca direita lenta e progressivamente e retire a mão de forma súbita. Positivo quando a dor é claramente maior ao retirar do que ao comprimir.
Erro comum: Executar sem necessidade, ou repetir em vários pontos. A razão de verossimilhança varia de 1,1 a 6,3 entre estudos, e a manobra dói.
- 4
Sinal de Rovsing
Comprima a fossa ilíaca esquerda de forma progressiva. Positivo quando o paciente refere dor na fossa ilíaca direita, e não do lado comprimido.
Erro comum: Considerar positiva a dor no próprio lado comprimido. O sinal depende da dor referida do lado oposto.
- 5
Sinal do psoas
Com o paciente em decúbito lateral esquerdo, estenda passivamente a coxa direita; ou, em decúbito dorsal, peça que eleve a coxa contra resistência. Positivo quando reproduz dor na fossa ilíaca direita.
Erro comum: Interpretar como muito discriminante. A razão de verossimilhança positiva é 2,4 — o sinal ajuda, mas menos do que a tradição sugere.
- 6
Sinal do obturador
Com o quadril e o joelho direitos fletidos a noventa graus, faça rotação interna passiva do quadril. Positivo quando reproduz dor em hipogástrio ou fossa ilíaca direita.
Erro comum: Forçar a rotação. O movimento é passivo e suave; força excessiva gera dor musculoesquelética inespecífica.
- 7
Sinal de Murphy
Apoie os dedos sob o rebordo costal direito, na linha hemiclavicular, e peça inspiração profunda. Positivo quando o paciente interrompe a inspiração por dor ao encontrar a mão.
Erro comum: Registrar positivo apenas por dor à palpação. O que define o sinal é a interrupção da inspiração.
- 8
Sinal de Giordano
Com o paciente sentado, apoie uma mão sobre o ângulo costovertebral e percuta com a borda cubital da outra, com força moderada. Positivo quando reproduz dor intensa. Teste os dois lados.
Erro comum: Percutir com força excessiva. A manobra dói mesmo em pessoas sem doença quando executada com violência.
- 9
Formar e registrar a impressão global
Depois das manobras, formule sua impressão do conjunto — história, aparência do paciente, exame completo. Na colecistite, a impressão de examinadores experientes teve desempenho muito superior ao de qualquer sinal isolado.
Erro comum: Registrar apenas a lista de sinais positivos e negativos sem uma conclusão. O conjunto vale mais que as partes, e precisa estar escrito.
Padrão esperado, alterações e registro
- Ausência de dor à tosse e à percussão suave.
- Descompressão indolor, ausência de defesa e de rigidez.
- Sinais de Rovsing, psoas, obturador, Murphy e Giordano negativos.
- Paciente com bom estado geral, capaz de se mover sem exacerbar a dor.
- Exemplo de registro: hemodinamicamente estável; dor máxima em fossa ilíaca direita, defesa localizada e dor à descompressão; manobras dirigidas descritas individualmente e reavaliação planejada.
- Dor à palpação da fossa ilíaca direita
- É o achado isolado de maior peso na suspeita de apendicite, com razão de verossimilhança positiva entre 7,3 e 8,5. Sua ausência reduz muito a probabilidade.
- Migração da dor da região periumbilical para a fossa ilíaca direita
- Razão de verossimilhança positiva de 3,2. Vale mais que a maioria das manobras com nome próprio, e é obtida apenas perguntando.
- Rigidez abdominal
- Razão de verossimilhança positiva de 3,8 na apendicite. É também o achado que mais aponta para necessidade de avaliação cirúrgica imediata.
- Dor à descompressão brusca
- Desempenho inconsistente entre estudos, com razão de verossimilhança positiva variando de 1,1 a 6,3. Prefira o teste da tosse e a percussão suave, que informam de modo semelhante sem infligir a mesma dor.
- Interrupção da inspiração à palpação do hipocôndrio direito
- Sinal de Murphy. Razão de verossimilhança positiva de 2,8, mas com intervalo de confiança de 0,8 a 8,6 — o intervalo cruza 1, o que limita o quanto se pode concluir dele isoladamente.
- Vômito que precedeu a dor
- Torna apendicite menos provável. A sequência é o que informa: dor antes do vômito tem razão de verossimilhança 2,8, e o vômito isolado, 0,92.
- Dor à percussão do ângulo costovertebral
- Sinal de Giordano positivo, que orienta para o trato urinário superior. Deve ser comparado com o lado oposto.
- Paciente imóvel, evitando qualquer movimento, com rigidez difusa
- Padrão de peritonite difusa. É achado de emergência e a avaliação cirúrgica não deve esperar por manobras adicionais.
O que isso quer dizer
Comecemos pela apendicite, porque é onde a hierarquia dos achados fica mais clara. A revisão sistemática do JAMA reuniu os dados e o achado de maior peso não é uma manobra com nome próprio: é a dor à palpação da fossa ilíaca direita, com razão de verossimilhança positiva entre 7,3 e 8,5 e razão negativa entre 0 e 0,28. Nenhum outro elemento do exame chega perto disso.
Depois vêm, em ordem, a rigidez, com 3,8, e a migração da dor, com 3,2 — sendo que a segunda é obtida apenas perguntando. O sinal do psoas fica em 2,4, bem abaixo do prestígio que carrega no ensino. A defesa fica entre 1,7 e 1,8. E a descompressão dolorosa, o famoso Blumberg, tem razão de verossimilhança positiva entre 1,1 e 6,3, uma faixa tão larga que na prática significa desempenho inconsistente entre examinadores e populações.
Dois achados merecem destaque pelo que ensinam sobre raciocínio. O vômito isolado tem razão de verossimilhança 0,92, ou seja, praticamente não muda nada — mas dor antes do vômito tem 2,8. Não é o sintoma que informa, é a ordem em que ele apareceu. E a anorexia, tão citada, fica em 1,3, o que a torna quase decorativa isoladamente.
Na colecistite aguda, a conclusão é ainda mais direta. A revisão que analisou 17 estudos encontrou que o sinal de Murphy foi o único achado que se aproximou de significância clínica, com razão de verossimilhança positiva de 2,8, mas com intervalo de confiança de 0,8 a 8,6 — e um intervalo que cruza 1 significa que os dados são compatíveis com o sinal não informar nada. A dor à palpação do hipocôndrio direito teve razão negativa de 0,4, com intervalo de 0,2 a 1,1, também cruzando 1. Os autores concluíram que nenhum achado clínico ou laboratorial isolado tem peso suficiente para estabelecer ou excluir colecistite sem exame adicional.
E aqui está o dado mais interessante de todo o capítulo. Na mesma revisão, a impressão diagnóstica de clínicos experientes alcançou razão de verossimilhança positiva de 25 a 30 — muito acima de qualquer sinal isolado. Isso reflete a combinação de achados, e não um elemento único. O recado para o estudante é preciso: o valor do exame do abdome agudo não está em colecionar sinais com nome próprio, está em examinar bem e formar um julgamento do conjunto. As manobras alimentam esse julgamento; elas não o substituem.
Existe uma consequência prática direta sobre conforto do paciente. Como a descompressão brusca tem desempenho inconsistente e o teste da tosse e a percussão suave avaliam irritação peritoneal de forma comparável, não há razão para começar pelo que dói mais. E repetir manobras dolorosas em várias regiões acrescenta pouco além de sofrimento.
Como interpretar os números a seguir? A razão de verossimilhança (LR) indica quanto um achado modifica a suspeita diagnóstica. A LR+ mostra quanto a presença do achado aumenta a chance da doença.
No abdome agudo, estabilidade, perfusão, evolução e exame seriado precedem a coleção de epônimos. Analgesia adequada não invalida a reavaliação, e uma manobra negativa isolada não encerra uma hipótese quando a probabilidade clínica permanece relevante.
As manobras em ordem de peso, e o que cada uma testa
Ordenadas pela razão de verossimilhança positiva na apendicite, quando disponível. Repare onde ficam as manobras com nome próprio.
| Achado ou manobra | LR+ | O que testa | Custo para o paciente |
|---|---|---|---|
| Dor à palpação da fossa ilíaca direita | 7,3–8,5 | Inflamação local | Baixo |
| Rigidez abdominal | 3,8 | Irritação peritoneal | Nenhum — é observação |
| Migração da dor | 3,2 | História natural do quadro | Nenhum — é pergunta |
| Dor antes do vômito | 2,8 | Sequência dos sintomas | Nenhum — é pergunta |
| Sinal do psoas | 2,4 | Apêndice retrocecal | Moderado |
| Defesa | 1,7–1,8 | Irritação peritoneal | Baixo |
| Anorexia | 1,3 | Sintoma geral | Nenhum — é pergunta |
| Descompressão dolorosa (Blumberg) | 1,1–6,3 | Irritação peritoneal | Alto — provoca dor intensa |
| Vômito isolado | 0,92 | Nada de útil isoladamente | Nenhum — é pergunta |
| Sinal de Murphy (colecistite) | 2,8 (IC 0,8–8,6) | Vesícula inflamada | Moderado |
| Impressão global de examinador experiente (colecistite) | 25–30 | O conjunto do quadro | Nenhum |
- Três dos achados mais informativos são obtidos apenas perguntando ou observando, sem provocar dor.
- A impressão diagnóstica global parece ter desempenho muito superior ao de qualquer achado isolado, embora essa estimativa seja indireta. As manobras alimentam esse julgamento; não o substituem.
Erros que custam o achado
- Começar pela descompressão brusca
- Ela tem desempenho inconsistente, com razão de verossimilhança entre 1,1 e 6,3, e provoca dor intensa. O teste da tosse e a percussão suave avaliam irritação peritoneal de forma comparável e sem esse custo.
- Repetir manobras dolorosas em vários pontos
- Acrescenta pouco e machuca. Uma execução dirigida, no local que a história apontou, é suficiente — e o abdome contraído pela dor da repetição responde pior às manobras seguintes.
- Considerar Rovsing positivo pela dor do lado comprimido
- O sinal depende de dor referida na fossa ilíaca direita ao comprimir a esquerda. Dor no próprio lado comprimido não é o sinal e não tem o mesmo significado.
- Registrar Murphy positivo apenas por dor à palpação
- O que define o sinal é a interrupção da inspiração quando a vesícula encontra a mão. Dor à palpação do hipocôndrio direito é outro achado, com desempenho diferente.
- Superestimar o sinal do psoas
- Sua razão de verossimilhança positiva é 2,4 — ajuda, mas bem menos que o prestígio que ele carrega no ensino. Um sinal do psoas negativo não afasta apendicite.
- Valorizar o vômito isoladamente
- Vômito sozinho tem razão de verossimilhança 0,92 e não move a probabilidade. O que informa é a sequência: dor antes do vômito sobe para 2,8. Pergunte sempre pela ordem.
- Concluir colecistite por Murphy positivo
- O intervalo de confiança da razão de verossimilhança vai de 0,8 a 8,6 e cruza 1. Nenhum achado isolado estabelece ou exclui colecistite sem exame de imagem.
- Percutir a loja renal com força
- O sinal de Giordano executado com violência dói em qualquer pessoa. A percussão é de força moderada, com a mão do examinador interposta, e sempre comparando os dois lados.
- Colecionar sinais em vez de formar julgamento
- A impressão diagnóstica global parece ter desempenho muito superior ao de qualquer achado isolado, embora essa estimativa seja indireta. Uma lista de manobras sem conclusão desperdiça a parte mais valiosa do exame.
Roteiro da estação
Manobras do abdome agudo, depois do exame básico completo do abdome.
- 01Perguntar onde dói e pedir que o paciente aponte com um dedo
- 02Perguntar sobre migração da dor e sobre a ordem entre dor e vômito
- 03Observar a postura e a disposição do paciente para se mover
- 04Realizar o teste da tosse e observar se e onde surge dor
- 05Percutir suavemente a região suspeita procurando dor
- 06Avaliar defesa e rigidez, verificando se cedem na expiração
- 07Realizar as manobras dirigidas conforme a hipótese: Rovsing, psoas, obturador
- 08Pesquisar o sinal de Murphy quando a suspeita for biliar
- 09Pesquisar o sinal de Giordano bilateralmente quando a suspeita for urinária
- 10Reservar a descompressão brusca para quando ela puder mudar a conduta
- 11Deixar a região de maior dor por último
- 12Registrar cada manobra e formular por escrito a impressão do conjunto
- 13Programar reavaliação seriada quando o quadro for duvidoso
Teste-se
Agora faça no paciente
Homem de 22 anos dá entrada no pronto atendimento e a primeira coisa que você ouve é: "Doutor, estou com uma dor forte na barriga, do lado direito, desde ontem." Agora é sua vez: conduza a anamnese, examine e monte o seu raciocínio.
Revisão espaçada
Qual é o achado isolado de maior peso na suspeita de apendicite, e como ele se compara ao sinal de Blumberg? Por que o teste da tosse deve preceder a descompressão brusca?
O sinal de Murphy tem LR+ 2,8 com intervalo de confiança de 0,8 a 8,6, enquanto a impressão global de examinadores experientes sugerem através de dados indiretos que a impressão diagnóstica global pode alcançar LR+ em torno de 25–30, muito acima de qualquer achado isolado. O que essa comparação ensina sobre como estudar e praticar o exame do abdome agudo? Por que o vômito isolado não informa, mas a sequência dor-antes-do-vômito informa?
