Internato·Clínica Médica
Imunologia
A imunologia que cabe ao interno é a da unidade básica e da enfermaria: a alergia que se diagnostica na conversa, o tratamento que depende de técnica e de adesão, o teste que se pede quando muda a conduta e o encaminhamento que chega ao especialista com o que ele precisa para decidir.
4 capítulos
- 01A via aérea começa no narizO adulto e o adolescente com rinite alérgica na unidade básica: o diagnóstico que se faz na conversa, o corticoide nasal que só funciona com técnica, o descongestionante que vira doença, o teste que se pede quando muda a conduta, a asma que se pergunta em toda rinite e o que a alergia acrescenta à asma, até o imunobiológico.
- 02A placa que some e o inchaço que não coçaO adulto e o adolescente com urticária e angioedema na unidade básica e no pronto-atendimento: separar da anafilaxia na porta, tratar por via oral com o anti-histamínico que o SUS entrega, não pedir o exame que não muda conduta, reconhecer a urticária crônica e subir a escada até onde a atenção primária vai, e identificar o angioedema da bradicinina, que não responde a adrenalina, anti-histamínico nem corticoide.
- 03Alérgico a quê?O adulto com reação a medicamento, na enfermaria e na unidade básica: classificar pelo tempo e pelo quadro, desmontar o rótulo de alergia à penicilina, escolher o betalactâmico pela cadeia lateral, trocar o anti-inflamatório e preparar o contraste sem mito, reconhecer o exantema que não é benigno e registrar o que protege o próximo prescritor.
- 04A terceira pneumoniaO adulto que se infecta demais, na unidade básica e na enfermaria: reconhecer o padrão que pede investigação, colher os exames certos antes de qualquer imunoglobulina, separar a imunodeficiência primária da secundária, conduzir a imunodeficiência comum variável e a deficiência de IgA pelo protocolo federal e ajustar vacinas e cuidados de quem tem a defesa reduzida pela doença ou pelo tratamento
