Iniciante·Farmacologia e Terapêutica
Antimicrobianos e antineoplásicos
As drogas que atacam um invasor dentro de nós: seletividade baseada em diferença bioquímica, com a microbiologia cuidando do agente e a farmacologia cuidando da droga.
8 capítulos
- 01Toxicidade seletiva: achar o que só o inimigo temToxicidade seletiva é um gradiente: diferenças entre agente e hospedeiro ampliam a margem, sem eliminar efeitos no paciente ou variação entre fármacos.
- 02Antibacterianos: alvos, classes e resistênciaEscolher o alvo certo sem selecionar o próximo problema
- 03Tempo ou concentração: duas maneiras de matarO índice PK/PD relaciona exposição da droga à MIC do patógeno; classe, microrganismo, sítio, dose e resposta imune participam do sucesso.
- 04Chegar ao sítio: a droga certa no lugar erradoSensibilidade in vitro precisa ser acompanhada de exposição suficiente no foco, controle de fonte, condições locais e resposta do hospedeiro.
- 05Espectro: cobrir mais nem sempre é proteger maisAmpliar cobertura pode ser necessário no início, mas aumenta pressão seletiva e dano ecológico; reavaliar permite estreitar, trocar ou suspender.
- 06Antivirais e antifúngicos: alvos escassosCompartilhar mais estruturas com o hospedeiro reduz alvos exclusivos, mas não determina sozinho eficácia, toxicidade ou número de opções terapêuticas.
- 07Quimioterapia: mirar a célula que se divideCitotoxicidade acompanha proliferação e funções específicas dos alvos; esquema, dose acumulada, reserva do órgão e suporte modulam benefício e dano.
- 08Alvo molecular e imunoterapia: a promessa e o novo adversoTerapias dirigidas e imunoterapia trocam o perfil de toxicidade: efeitos no alvo, fora do alvo e imunes exigem vigilância própria e intervenção precoce.
