Iniciante·Farmacologia e Terapêutica

Cardiovascular, rim e sangue

As classes que atuam sobre pressão, volume e coágulo — cada uma entrando num ponto do circuito que a fisiologia já ensinou, e cada uma com o efeito adverso que o próprio mecanismo antecipa.

7 capítulos

  1. 01Diuréticos: mexer no néfron tem preço eletrolíticoO segmento bloqueado determina natriurese, potência, compensação e o padrão de alterações de sódio, potássio, magnésio, cálcio e ácido-base.
  2. 02O eixo renina-angiotensina como alvoBloquear ECA, receptor AT1, renina ou aldosterona não produz benefícios intercambiáveis; indicação, desfecho e dano dependem do contexto clínico.
  3. 03Bloqueadores de canal de cálcio: dois grupos, dois órgãosDihidropiridínicos predominam no músculo liso vascular; não dihidropiridínicos também reduzem frequência, condução e contratilidade.
  4. 04Antiagregantes: por que a aspirina é para sempreO efeito plaquetário pode persistir além da presença plasmática, mas a duração do tratamento depende da indicação e do balanço entre isquemia e sangramento.
  5. 05Anticoagulantes: onde cada um corta a cascataAs classes interrompem a coagulação em pontos diferentes; monitorização, função renal, interações, adesão e risco hemorrágico continuam clinicamente relevantes.
  6. 06Estatinas e o mito do exame de rotinaSintomas musculares exigem cronologia, causas concorrentes e reexposição criteriosa; exames são dirigidos pelo risco e pelos sintomas, não por automatismo.
  7. 07Antiarrítmico é droga que também causa arritmiaModificar condução, automaticidade ou refratariedade pode suprimir e também criar arritmias; substrato, eletrólitos, dose e interações definem o risco.