Internato·Pediatria
Neurologia Pediátrica
O que o interno faz quando o cerebro da crianca da sinal - da crise que assusta e passa sozinha ao deficit que nao pode esperar.
4 capítulos
- 01Crise febril na criançaO evento mais assustador da pediatria de porta é quase sempre benigno. Quase todo o dano que ele causa vem da resposta ao susto — a do plantão e a da família.
- 02Ele vai andar?Paralisia cerebral da suspeita ao cuidado de anos: reconhecer no bebê de risco o movimento que falta aos três meses, dar à família o nome de alto risco sem esperar os dois anos, classificar pelo GMFCS para responder se a criança vai andar, pedir a radiografia do quadril antes da dor, proteger a deglutição e o peso, encaminhar a toxina pelo protocolo e abrir a porta do CER e do BPC — sem nunca dizer à família o que ninguém sabe.
- 03O que o celular gravouA primeira crise sem febre e o que ela pede — e não pede —, o estado de mal da criança pela dose por quilo e pela via que existe na rede, as síndromes que o interno precisa reconhecer (espasmos do lactente, ausência, pontas centrotemporais, mioclônica juvenil) e a vida com epilepsia: o remédio do protocolo federal, a escola, a água, a morte súbita e o valproato da menina que um dia pode engravidar.
- 04O bilhete na mochilaTranstorno de déficit de atenção e hiperatividade na criança e no adolescente, da queixa da escola ao seguimento: firmar o diagnóstico em dois ambientes e com prejuízo, afastar o que imita, começar pelo que não é remédio, saber o que o SUS entrega e vigiar apetite, sono, crescimento, pressão e frequência de quem usa estimulante.
