Preparatório·Pediatria

Imunologia Pediátrica

Alergia e imunologia da criança na régua brasileira: dermatite atópica, urticária, anafilaxia e a investigação do paciente que infecta demais.

5 capítulos

  1. 01Dermatite atópicaA vinheta do diagnóstico se resolve em segundos. O que a prova cobra depois é o protocolo: qual critério classifica, qual escala mede a gravidade, que degrau o SUS abre em cada idade — e o vão entre os 12 anos e os 40 quilos.
  2. 02Artrite idiopática juvenilQuase tudo neste tema é contagem: quantas semanas de artrite, quantos anos de idade, quantas articulações em quantos meses, quantos dias de febre, quantos quilos de peso. E quase toda contagem tem mais de uma régua — o protocolo brasileiro foi reescrito em janeiro de 2026, a classificação internacional continua valendo, e as duas nem sempre dizem o mesmo número. Saber de qual régua a alternativa está falando é o que separa quem acerta de quem decorou o nome dos subtipos.
  3. 03Imunodeficiências primárias: os sinais de alerta e a investigação inicialQuase tudo neste tema é contagem — quantas otites, quantas pneumonias, em quantos meses, com quantos linfócitos. E quase toda contagem tem mais de uma lista por trás. A lista americana, a lista brasileira e a lista do primeiro ano de vida não pedem os mesmos números, não valem para as mesmas idades e não concordam nem sobre quantos sinais bastam para investigar. Saber de qual lista a alternativa está falando é o que separa quem acerta de quem decorou dez itens.
  4. 04Alergia a antibiótico na criança: apagar o rótulo ou respeitá-loO rótulo nasce na infância, quase nunca foi testado e muda a prescrição por décadas — e os documentos marcam relógios diferentes.
  5. 05Síndrome de ativação macrofágica: a febre que derruba as provas de inflamaçãoNa criança com artrite sistêmica ou lúpus juvenil, a febre que não cede vem com hemograma e provas de inflamação em queda.