Preparatório·Ginecologia e Obstetrícia

Puerpério, aleitamento e vitalidade fetal

O que acontece depois do parto: puerpério fisiológico, infecção puerperal, aleitamento e suas intercorrências, e a avaliação da vitalidade fetal.

7 capítulos

  1. 01Infecção puerperal e mastiteA prova cobra duas febres do puerpério com réguas diferentes: a que vem do útero — endometrite, internação e antibiótico venoso — e a que vem da mama — mastite, amamentação mantida e cefalexina. Saber os números de definição e o que fazer quando a febre não cede é o que separa acerto de erro.
  2. 02Restrição de crescimento fetal e vitalidade antepartoA prova cobra três coisas: separar o pequeno constitucional do feto restrito de verdade, ler a sequência do Doppler na ordem em que ela acontece e dizer a idade gestacional do parto para cada degrau de gravidade.
  3. 03Puerpério fisiológicoA prova cobra o normal para ver se você reconhece o anormal: em que ritmo o útero desce, em que ordem os lóquios mudam de cor, o que muda no hemograma sem ser infecção — e qual número, entre os três que circulam, é o da régua brasileira.
  4. 04Depressão pós-parto e blues puerperalTrês quadros, três relógios — e um número que muda com o instrumento
  5. 05Cardiotocografia intraparto: duas réguas para o mesmo traçadoUma variabilidade de exatamente 5 bpm é anormal numa classificação e normal na outra. Um padrão sinusoidal de vinte e cinco minutos é categoria III num documento e nem chega a ser patológico no outro. E a política que evita uma convulsão neonatal a cada oitocentas e treze mulheres cobra uma cesárea extra a cada cento e noventa e quatro.
  6. 06Oligoâmnio e polidrâmnio: um índice de 5,0 cm cai nos dois ladosO índice que soma quatro quadrantes contra o bolsão que mede um só, por que a diretriz brasileira de 2025 escolheu a régua que diagnostica menos, e as 875 gestantes que mediram o que o perfil biofísico deixa passar.
  7. 07Aleitamento materno: pega, apojadura, manejo, contraindicações e medicamentosAmamentar é fisiológico; reconhecer uma mamada eficaz e corrigir o que dói é uma habilidade clínica aprendida à beira do leito.