Internato·Pediatria

Hematologia Pediátrica

A criança que sangra, a que empalidece e a que dói: o que o interno reconhece, o que trata na hora e o que não pode deixar passar antes da alta.

5 capítulos

  1. 01Doença falciforme: a crise, a febre e as síndromes que matamÉ a doença genética mais comum do país e o SUS a diagnostica na primeira semana de vida. Mesmo assim essas crianças morrem de infecção não tratada a tempo e passam noites com dor que ninguém acreditou. Este capítulo traz a prescrição por extenso, o relógio da febre e as cinco síndromes que o plantonista precisa procurar antes de dar alta.
  2. 02O que está escrito no vidro não é a doseA dose deve estar escrita em ferro elementar. Aprenda a interpretar os exames, converter a dose pela concentração do produto, verificar a resposta e repor os estoques sem duplicar a profilaxia.
  3. 03Sete mil plaquetas e uma criança que brincaA criança de dois a cinco anos que amanhece coberta de petéquias dias depois de um vírus costuma trazer uma contagem assustadora e uma doença que vai embora sozinha. Este capítulo ensina a separar essa criança da que tem leucemia, vasculite ou marca de violência, a tratar o sangramento e não o número, a prescrever por quilo e com teto quando é preciso tratar, a agir de uma vez na hemorragia que ameaça a vida e a combinar com a família o que evitar, quando voltar e por que a vacina espera.
  4. 04Um décimo de mililitroPrevenção, recusa da profilaxia e tratamento do lactente que sangra. O décimo de mililitro do título corresponde a 1 mg apenas na concentração de 10 mg/mL: confirme dose, apresentação e via.
  5. 05A púrpura que a plaqueta não explicaVasculite por IgA na criança: integrar pele, articulações, abdome e rim. Plaquetas normais não excluem leucemia, e o escroto agudo exige avaliação urgente mesmo com fluxo ao Doppler.