Internato·Pediatria
Emergências Pediátricas
A criança grave que entra pela porta: reconhecer, estabilizar, proteger e decidir para onde ela vai.
7 capítulos
- 01Violência e maus-tratos infantisNotificar não é acusar e não exige certeza. O que levanta suspeita é a incompatibilidade, não a lesão — e o que protege a criança é o que você escreve, comunica e decide antes de assinar a alta.
- 02Febre sem sinais localizatórios no lactenteO que decide não é o número no termômetro: é a idade, o estado geral e a caderneta. Quanto menor o lactente, menos o exame físico serve — e mais o protocolo decide por você.
- 03A criança não para do coraçãoReconhecer quem vai parar, reanimar com as relações e a ampola que existem, e desengasgar sem produzir o dano
- 04AIDPI: a consulta que classifica a criança inteiraOs sinais de perigo antes da queixa, a cor mais grave decidindo o destino, os tratamentos prévios na ordem certa e a mãe que sai sabendo quando voltar
- 05Nada no berço além do bebêOs riscos do sono com o tamanho de cada um, a orientação que cabe na casa real, o bebê que parou de respirar e voltou, e a morte que chega ao pronto-socorro sem causa à vista
- 06O acidente tem idadePrevenir pelo que a criança acabou de aprender, atender a que engoliu, caiu, se afogou ou se queimou, e reconhecer a história que o desenvolvimento não sustenta
- 07Antes de a pressão cairReconhecer o choque que ainda compensa, dar o volume que a criança tolera e parar na hora certa, tratar a sepse na primeira hora e estabilizar para transferir
