Internato·Clínica Médica
Geriatria
O paciente idoso do internato: o que muda no diagnóstico, na dose e na decisão.
6 capítulos
- 01Cuidados paliativos e dor oncológicaA morfina está na farmácia do hospital e o paciente passa a noite gemendo. Este capítulo dá a aritmética completa — dose fixa, resgate, titulação e conversão — e desmonta, um a um, os medos que fazem o interno prescrever menos do que o paciente precisa.
- 02A queixa é da filhaEnvelhecimento normal, comprometimento cognitivo leve e demência se confundem na porta do consultório e pedem condutas opostas. A régua que separa os três não é quantos pontos ela fez no teste: é o que ela deixou de conseguir fazer sozinha.
- 03A dose que já foi certaDesprescrever no idoso: qual régua o Brasil usa, o que muda na farmacologia e como se escreve uma retirada
- 04O tapete não explicaQueda e imobilidade na pessoa idosa fora do hospital: por que ela caiu, quem precisa de avaliação multifatorial, o que se mede na sala de casa e como se quebra o ciclo queda, medo, imobilidade e nova queda
- 05O escore não é o planoFragilidade e avaliação geriátrica ampla na pessoa idosa: rastrear com o IVCF-20 sem errar a soma, entender o que cada faixa manda fazer, examinar os domínios que pontuaram e transformar vinte respostas em um plano de cuidado com responsável na rede do SUS.
- 06A fralda não é diagnósticoIncontinência urinária e lesão por pressão na pessoa idosa: procurar a causa transitória antes de rotular, tratar a incontinência funcional com rotina, ambiente e cuidador, decidir o anticolinérgico pelo cérebro e não só pela bexiga, escolher a fralda como conduta e proteger a pele e a pressão em casa e na instituição de longa permanência.
