Preparatório·Pediatria
Nefrologia Pediátrica
Rim e vias urinárias na infância: infecção urinária e a caça às malformações, glomerulonefrite pós-estreptocócica, síndrome nefrótica e distúrbios miccionais.
7 capítulos
- 01Infecção do trato urinário na criançaA prova cobra quatro decisões encadeadas: desconfiar de ITU na febre sem foco, colher a urina pelo método certo e aplicar o corte certo de UFC/mL, escolher antibiótico que trate pielonefrite — e definir quem precisa de ultrassom, uretrocistografia e cintilografia depois do episódio.
- 02Glomerulonefrite pós-estreptocócica (GNPE)A síndrome nefrítica prototípica da infância. A prova cobra quatro coisas: a latência que separa GNPE de nefropatia por IgA, o padrão do complemento (C3 baixo com C4 normal), a conduta — que é suporte, não corticoide — e os prazos que, ultrapassados, mandam biopsiar.
- 03Síndrome nefrótica na infânciaA prova entrega um pré-escolar com edema, proteinúria maciça, albumina baixa e complemento normal, e cobra três coisas: fechar o diagnóstico sem biópsia, escrever o esquema de prednisona e reconhecer o rótulo de resposta que dispara a próxima droga.
- 04Enurese noturna e distúrbios miccionais funcionaisA pergunta que parte o tema em dois é sobre o dia. O número que escolhe entre alarme e desmopressina sai do diário — não da idade nem do número de noites.
- 05Síndrome hemolítico-urêmica: a disenteria que não pede antibióticoO cartaz federal da diarreia manda iniciar antibiótico no menino com sangue nas fezes e dor abdominal; o guia de vigilância nomeia a toxina que produz a síndrome e não prescreve droga nenhuma; a nefrologia escreve que o antibiótico multiplica o risco. A decisão de dois minutos na porta da unidade não está inteira em nenhum dos três documentos.
- 06Biópsia renal na criança: quando a agulha entra e quando o relógio decideO protocolo federal chama de resistente quem falhou em oito semanas; a KDIGO 2025 usa uma janela de quatro a seis — e a agulha segue o rótulo.
- 07Lesão renal aguda e distúrbios hidroeletrolíticosA creatinina que sobe é apenas o início: a prova cobra estadiar pela KDIGO, reconhecer hipercalemia e disnatremias ameaçadoras e indicar diálise pela complicação, não por um número isolado.
