Preparatório·Ginecologia e Obstetrícia
Síndromes Hipertensivas da Gestação
A principal causa de morte materna no Brasil: reconhecer cedo, tratar certo e decidir a hora do parto.
6 capítulos
- 01Eclâmpsia e sulfato de magnésioA convulsão da doença hipertensiva da gestação, minuto a minuto, e o sulfato de magnésio por extenso: ataque, manutenção, três travas de segurança, antídoto e tempo de retirada.
- 02Pré-eclâmpsiaA prova entrega uma gestante com pressão alta depois das 20 semanas e cobra três decisões em sequência: isso é pré-eclâmpsia, tem sinal de gravidade, e a gestação termina hoje ou espera. O erro clássico é exigir proteinúria para fechar o diagnóstico e usar o grau dela para decidir o parto.
- 03Síndrome HELLPA gestante pode estar normotensa, sem proteinúria, e mesmo assim ter síndrome HELLP — quem fecha o diagnóstico é o laboratório. A prova cobra os três critérios com os cortes exatos, o que separa a HELLP das microangiopatias que a imitam e o que ela muda na hora e na via do parto.
- 04Anti-hipertensivos na gestaçãoOs outros capítulos desta apostila dizem quando tratar a pressão da gestante; este diz com o quê, em que dose e até onde. A prova cobra três coisas: a droga certa na emergência com o intervalo entre as doses, a classe que é proscrita e o que ela faz com o feto, e o erro de tratar a grávida como se trata um hipertensivo qualquer — normalizando a pressão.
- 05Hipertensão crônica e hipertensão gestacionalAntes de perguntar o que fazer, a prova pergunta que doença é essa. Este capítulo resolve a classificação das síndromes hipertensivas e as duas entidades que não são pré-eclâmpsia — quando cada uma se chama assim, o que se faz antes de engravidar, quem toma AAS e em que semana cada categoria termina a gestação.
- 06O parto da gestante hipertensa: a via, o que se infunde e o que se proíbeA decisão de terminar a gestação já está tomada; o que muda agora é a execução: a via, o preparo do colo, a ocitocina e o terceiro período.
