Preparatório·Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia oncológica, mama e rastreamentos

Rastrear, investigar e classificar: mama e trato genital feminino como a prova cobra.

9 capítulos

  1. 01Rastreamento do câncer do colo do úteroO Brasil trocou o teste primário: desde agosto de 2025 o rastreamento oficial é o DNA-HPV, a cada cinco anos, dos 25 aos 64 anos. A citologia continua valendo onde o teste molecular ainda não chegou — e a prova cobra os dois mundos, cada um com sua conduta por resultado.
  2. 02Rastreamento do câncer de mamaQuem rastrear, com que exame, a partir de que idade e de quanto em quanto tempo. As entidades brasileiras discordam entre si sobre a idade de início — e o capítulo mostra como reconhecer qual das posições o enunciado está cobrando.
  3. 03Nódulo mamário e BI-RADSDiante de um nódulo palpável, a prova cobra três decisões em sequência: qual exame de imagem pedir primeiro (e isso depende da idade), o que significa cada categoria BI-RADS e qual conduta ela dispara — e quando a clínica manda mais que a imagem.
  4. 04Câncer de endométrio e hiperplasia endometrialA prova cobra três decisões: o que fazer com o sangramento pós-menopausa (o corte dos 4 mm), o que muda quando a biópsia mostra atipia (um terço já é câncer) e como se estadia e trata o carcinoma — num momento em que duas réguas de estadiamento circulam ao mesmo tempo.
  5. 05Lesões precursoras do colo (NIC) e câncer invasorEste capítulo começa onde o rastreamento termina: com a biópsia na mão. Grau da lesão define o tratamento, tipo de zona de transformação define a profundidade da excisão, e o laudo das margens define o seguimento — três decisões encadeadas que a prova cobra separadas.
  6. 06Descarga papilar e doenças benignas da mamaDiante de secreção pela papila, a prova cobra três adjetivos antes de qualquer exame: espontânea, uniductal, unilateral. Este capítulo monta o fluxograma brasileiro da descarga papilar, separa a mama da hipófise, e resolve a mastalgia — o sintoma mamário que mais assusta e menos investiga.
  7. 07Câncer de ovário e massa anexialA vinheta não pergunta se a massa é maligna: pergunta se a mulher vai embora, volta em quatro meses ou vai para o oncologista. Este capítulo mostra qual documento manda em cada saída — e os quatro vãos entre eles: a idade sem linha, a faixa de marcador sem corte, o escore que passa do limiar com exame normal e o estádio que muda sem a doença mudar
  8. 08Torção anexial: o aspecto do ovário não decide a ressecçãoO protocolo nacional chama a torção de emergência cirúrgica e nomeia só o tratamento que retira o anexo. A opção conservadora fica sem nome.
  9. 09Complicações do tratamento do câncer de mamaO que sobra depois da alta oncológica: o braço que incha, o cordão que puxa, o ombro que trava. O linfedema é crônico e controlável, tem estadiamento próprio e mede-se com fita métrica — e boa parte das proibições que a paciente recebeu na alta não tem evidência que as sustente.