Internato·Cirurgia Geral

Pré e Pós-operatório

O que o interno faz na véspera e no dia seguinte: avaliar, otimizar, prescrever e reconhecer a complicação antes que ela cresça.

9 capítulos

  1. 01A avaliação pré-operatóriaTransformar a avaliação em um plano de preparo, medicamentos e acompanhamento proporcional ao risco do paciente e ao risco de adiar a cirurgia.
  2. 02Duas contas que não se somamAvaliar separadamente trombose e sangramento, ajustar fármaco e horários e preparar uma profilaxia que continue segura após a alta.
  3. 03Sessenta minutos, e nem um dia a maisEscolher profilaxia pelo procedimento e pelo paciente, garantir dose e horário adequados e encerrar sem transformar dreno ou conversão em indicação automática.
  4. 04Abrir antes que abra sozinhaDistinguir infecção superficial, infecção profunda e falha da aponeurose, organizar controle de foco e acompanhar a evolução da ferida.
  5. 05Cento e vinte, sem febreReconhecer uma trajetória pós-operatória desfavorável, pedir avaliação precoce e integrar exame, drenos, função orgânica e controle do foco.
  6. 06O que não se corrige no primeiro diaCompreender a resposta metabólica sem atribuir automaticamente à adaptação sinais de lesão renal, hipoperfusão ou infecção.
  7. 07Frio, e não é a salaReconhecer hipoperfusão, avaliar mecanismos que podem coexistir e pedir ajuda enquanto inicia suporte e acompanha a resposta.
  8. 08Sepse com endereçoReconhecer sepse de foco cirúrgico, tratar e controlar a fonte em paralelo e revisar antimicrobianos pela evolução e microbiologia.
  9. 09A operação pode esperar dez diasReconhecer risco nutricional mesmo na obesidade, escolher via e progressão e decidir com a equipe quando vale otimizar antes de operar.