Internato·Cirurgia Geral
Urgência e Emergência Cirúrgica
O abdome que precisa de decisão antes de ter nome: quem opera hoje, quem observa, quem já não pode esperar.
10 capítulos
- 01Apendicite agudaDa suspeita inicial ao tratamento: integrar história, exame seriado e imagem, reconhecer complicações e acompanhar a recuperação sob supervisão.
- 02Pancreatite agudaConfirmar o diagnóstico, reconhecer disfunção orgânica desde a chegada, oferecer suporte individualizado e tratar a causa para prevenir novos episódios.
- 03A pergunta não é se obstruiuReconhecer a causa da obstrução e os sinais de sofrimento intestinal, iniciar suporte e definir com a equipe quem pode ser observado e quem precisa de intervenção urgente.
- 04Diverticulite agudaDa dor em fossa ilíaca esquerda ao plano de cuidado: confirmar a hipótese, reconhecer complicações e decidir tratamento e seguimento conforme o risco.
- 05A mesma pedra, três destinosDiferenciar cólica biliar, colecistite e colangite pelo mecanismo, pela evolução e pelos exames; organizar tratamento definitivo na oportunidade adequada.
- 06Bile sob pressãoReconhecer infecção da via biliar, identificar disfunção orgânica e organizar antibiótico, suporte e drenagem no tempo exigido pelo paciente.
- 07Cinco relógios diferentesQuando já se sabe que o abdome é cirúrgico, o que sobra é dizer qual das cinco síndromes está na frente — e isso se decide pelo modo como a dor começou, não pela cara do paciente. As três que não esperam quase nunca são as três que mais gritam.
- 08O minuto que ele sabe de corReconhecer perfuração mesmo quando a dor melhora ou a imagem não mostra ar livre; organizar suporte e avaliação cirúrgica sem atrasos evitáveis.
- 09Tirar o pus e contar os diasIdentificar a fonte da infecção, escolher como controlá-la e reavaliar a resposta para definir duração antimicrobiana e segurança da alta.
- 10A pele é a última a saberReconhecer a infecção profunda antes da necrose visível, iniciar suporte e antimicrobianos e organizar desbridamento cirúrgico imediato.
