Preparatório·Ginecologia e Obstetrícia

Ciclo Menstrual, SUA e Endocrinologia Ginecológica

Do eixo hipotálamo-hipófise-ovário às doenças que doem e sangram: sangramento uterino anormal, endometriose, miomatose, SOP e os distúrbios endócrinos da ginecologia.

13 capítulos

  1. 01Sangramento uterino anormal e PALM-COEINA prova dá uma vinheta e pede a letra: classificar a causa pelo PALM-COEIN, reconhecer o sangramento fora dos parâmetros FIGO e conduzir o episódio agudo e o crônico — com dose, indicação de biópsia e escolha de manutenção.
  2. 02EndometrioseA régua brasileira mudou: diagnóstico presuntivo sem laparoscopia, DIU-LNG e desogestrel incorporados ao SUS e um PCDT novo (2026). A prova cobra o quadro clínico cíclico, o papel real da imagem, a escada hormonal e as indicações de cirurgia.
  3. 03Miomatose uterinaA prova dá uma mulher que sangra, um laudo de ultrassonografia e um projeto reprodutivo — e cobra que você transforme os três em UMA conduta: expectante, medicamento, histeroscopia, cirurgia ou embolização. Desde janeiro de 2026, o SUS tem duas armas novas (ácido tranexâmico e DIU-LNG) e a banca sabe disso.
  4. 04Síndrome dos ovários policísticosDois dos três critérios de Rotterdam, depois de excluir o resto. A prova cobra o número de folículos, o que fazer com a adolescente e a ordem dos remédios.
  5. 05Fisiologia do ciclo menstrual e o eixo hipotálamo-hipófise-ovárioA prova não pergunta a fisiologia do ciclo: ela dá um dia, um valor hormonal ou uma imagem de endométrio e pergunta em que fase a mulher está. Este capítulo monta o eixo hipotálamo-hipófise-ovário na ordem em que a vinheta o desmonta — a frequência do pulso que escolhe entre FSH e LH, a virada do estradiol de freio para gatilho, o intervalo entre o pico de LH e a ruptura, e a fase lútea de duração fixa que permite datar qualquer ciclo contando de trás para a frente.
  6. 06Dismenorreia primária e secundáriaA cólica que é doença, a cólica que é aviso — e por que o anti-inflamatório falha por horário, não por dose
  7. 07Amenorreia primária e secundáriaTrês réguas de idade que não coincidem, duas ordens de exame que convivem no Brasil e um compartimento que nenhuma classificação de anovulação enxerga
  8. 08Infertilidade conjugal: seis aniversários e um exame com três réguasDoze meses definem a condição, mas o portão do encaminhamento abre em datas diferentes — e o espermograma tem três valores de referência em vigor ao mesmo tempo no Brasil.
  9. 09Dor pélvica crônica: quatro aparelhos, três relógios e a laparoscopia que responde sem mudar nadaDois capítulos desta apostila mandam a aluna para cá e param. O de dismenorreia diz que, com imagem negativa, o caso segue para avaliação multidisciplinar da dor pélvica crônica; o de sangramento uterino anormal escreve que a adenomiose tem capítulo próprio de decisão. O de doença inflamatória pélvica conta a dor crônica como sequela em quase metade das mulheres em sete anos e encerra o assunto ali. Este capítulo é o endereço que faltava.
  10. 10Fator tubário na infertilidade: histerossalpingografia e a janela do cicloA histerossalpingografia decide o encaminhamento do casal infértil e não tem capítulo próprio em nenhuma apostila desta coleção; o protocolo municipal copia do nacional e troca uma palavra na mesma frase
  11. 11Espessura endometrial no sangramento uterino: o milímetro que manda biopsiarO protocolo de sangramento uterino anormal indica a biópsia por espessamento e não escreve milímetro nenhum; o protocolo de hiperplasia escreve quatro números, e a fronteira de quatro milímetros troca de lado conforme o documento que se abre
  12. 12Hirsutismo e virilização: o androgênio que tira o caso do ovário policísticoO protocolo brasileiro de ovários policísticos manda caçar neoplasia produtora de androgênios por sinal clínico e não escreve um único valor de hormônio; a prova entrega o valor, e numa unidade que nenhum dos documentos usa.
  13. 13Hiperprolactinemia: o valor de prolactina que separa haste de prolactinomaOs dois documentos brasileiros que desenham o algoritmo da amenorreia mandam dosar prolactina e não escrevem uma única concentração; a prova escreve o número, e um terço dos valores que ela usa cai na faixa em que dois documentos da mesma federação apontam para lados opostos.