Internato·Cirurgia Geral
Cirurgia do Aparelho Digestivo
O tubo digestivo quando ele sangra, perfura, obstrui ou isquemia: o que o interno faz da porta até a alta, com a conta feita e a droga escrita.
14 capítulos
- 01Hemorragia digestiva altaReconhecer hemorragia e hipoperfusão, iniciar ressuscitação e tratamento da causa provável e organizar hemostasia e prevenção de ressangramento.
- 02A virilha se examina de péExaminar a virilha, distinguir hérnia redutível e irredutibilidade aguda e reconhecer suspeita de isquemia que exige intervenção urgente.
- 03Hemorragia digestiva baixaAvaliar repercussão e sangramento em curso, escolher angio-TC ou colonoscopia pela situação clínica e revisar antitrombóticos com critério.
- 04A comida que volta inteiraCaracterizar disfagia e regurgitação, excluir obstrução relevante e integrar endoscopia, estudo contrastado e manometria antes de decidir o tratamento.
- 05A parede cede onde já cedeuAvaliar hérnias da parede pelo defeito, sintomas e evolução, reconhecer urgências e integrar otimização clínica ao encaminhamento.
- 06Quando ele conta, já está estreitoInvestigar disfagia progressiva, cuidar da alimentação desde a suspeita e compreender como histologia, estágio e condição clínica orientam o tratamento.
- 07Dois cânceres com o mesmo nomeReconhecer sinais de alarme, confirmar e estadiar câncer gástrico e acompanhar recuperação nutricional após o tratamento.
- 08O relógio começou no vômitoReconhecer perfuração esofágica após vômito ou procedimento, manter diagnósticos graves em avaliação e organizar controle precoce da contaminação.
- 09A icterícia que não dóiInvestigar icterícia e perda de peso, organizar imagem e discussão especializada e tratar sintomas sem interferir no plano diagnóstico e terapêutico.
- 10O peso saiu, a anatomia ficouCompreender indicação e anatomia da cirurgia bariátrica, reconhecer complicações tardias e garantir seguimento nutricional e clínico duradouro.
- 11A agulha que não precisa entrarDefinir população de risco, interpretar imagem de nódulo hepático e separar vigilância, confirmação, resposta ao tratamento e seguimento de recorrência.
- 12Antes de sangrar, é só um examePrevenir descompensação e sangramento portal, distinguir profilaxia primária e secundária e ajustar betabloqueio pela tolerância e pela função renal.
- 13Antes de operar, confirme o refluxoRefratariedade não exclui cirurgia: confirmar refluxo, identificar o mecanismo dos sintomas e selecionar tratamento com expectativas realistas.
- 14Onde a bile paraLocalizar obstrução biliar, reconhecer colangite e lesão pós-operatória e planejar investigação e intervenção com a equipe hepatobiliar.
