Preparatório·Clínica Médica
Endocrinologia
Diabetes e suas emergências, tireoide, adrenal e metabolismo ósseo, com a régua dos protocolos do SUS e das sociedades brasileiras.
14 capítulos
- 01Diabetes mellitus tipo 2Diagnóstico, metas e escalonamento terapêutico na atenção primária, com o que o SUS realmente dispensa. Os cortes, as doses e o calendário de rastreio que a prova cobra.
- 02Complicações microvasculares do diabetesA prova quase nunca pergunta o mecanismo. Ela pergunta quando rastrear, com que exame, o que confirma um resultado alterado e o que muda a conduta — e é aí que a régua brasileira tem números próprios.
- 03HipotireoidismoQuem rastrear, como ler o par TSH + T4 livre e quando o subclínico vira indicação de tratar. Os cortes que mudam com a idade e com a gestação, e a dose que não se começa cheia.
- 04Cetoacidose diabética e estado hiperosmolarDuas emergências com os mesmos três pilares — fluido, insulina e potássio — e prioridades opostas. A prova cobra o corte que separa uma da outra, as contas que se fazem antes de prescrever e o eletrólito que decide se a insulina entra.
- 05Diabetes tipo 1 e insulinoterapiaA prova cobra três coisas: reconhecer o DM1 no adulto, saber qual insulina o SUS entrega em cada degrau e fazer as contas de dose — total diária, fração basal, bolus de correção e a conversão da NPH para a glargina que entrou na atenção primária em 2026.
- 06Hipoglicemia: sem diabetes e na emergênciaDuas perguntas que caem juntas e se resolvem com réguas diferentes: quem, sem diabetes, merece investigação, e o que se faz nos primeiros minutos de uma hipoglicemia grave. O que decide a questão é o corte que abre cada porta e a leitura da amostra colhida durante o episódio.
- 07Obesidade e síndrome metabólicaTrês tabelas de números parecidos que a prova mistura de propósito — a do IMC, a do perímetro da cintura e a da síndrome metabólica — e uma pergunta de conduta cuja resposta muda conforme o cenário seja o SUS ou o consultório.
- 08Doenças da hipófiseAcromegalia, diabete insípido central e hipopituitarismo: três protocolos federais e os cortes que a prova copia deles
- 09Síndrome de Cushing e hiperaldosteronismo primárioRastrear apenas quem tem indicação, confirmar bioquimicamente antes da imagem e separar doença unilateral de bilateral.
- 10Insuficiência adrenal e crise addisonianaReconhecer deficiência de cortisol, diferenciar formas primária e central e tratar a crise antes da confirmação laboratorial.
- 11Tireotoxicose e doença de GravesDistinguir produção aumentada de liberação hormonal, escolher terapia antitireoidiana e executar a sequência correta da crise tireotóxica.
- 12Secreção inapropriada de ADH: a urina que não dilui e o sintoma que decideConfirmar hiponatremia hipotônica euvolêmica, tratar pela gravidade dos sintomas e impedir correção excessiva.
- 13Pré-diabetes: o corte decide quem tem, e o remédio só começa dez acimaInterpretar as diferentes faixas diagnósticas, estratificar risco e decidir entre mudança intensiva de estilo de vida, seguimento e metformina.
- 14Osteoporose e metabolismo ósseoA fratura pode fechar o diagnóstico sem densitometria; o risco — e não apenas o T-escore — escolhe entre prevenção, antirreabsortivo e terapia osteoanabólica.
